quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Os melhores filmes do ano 2009


Este foi o ano em que todos os gêneros cinematográficos descobriram pequenos filmes surpreendentemente inteligentes e bem realizados, mesmo que com poucos ou nenhum rosto conhecido em seus elencos. Foi o ano em que os filmes mais falados eram desconhecidos de todas as listas de expectativa. Ninguém sabia do que se tratava as tramas de Se beber, não case, Distrito 9, Atividade Paranormal ou o premiado Quem quer ser um Milionário?, até que o boca a boca fez deles sucessos imediatos.


Foi um ano em que as grandes superproduções – cada vez mais voltadas para as crianças e adolescentes – voltaram a decepcionar embora tenham provado seus valores nas bilheterias e deixado os bolsos das distribuidoras recheados de dólares para garantir as continuações (com exceção do Exterminador e os G.I. Joes que vão se contentar com a geladeira mais uma vez).


Foi um ano de belíssimos mas poucos filmes estrangeiros, e de trabalhos contidos e discretos de diretores consagrados como Almodóvar e Woody Allen. Foi um ano em que os subversivos e alternativos dos EUA apelaram para seus lados infantis como Wes Anderson (O Fantastico Sr. Raposo) e Spike Jonze (Onde Vivem os Monstros).


Essa é a minha lista sem qualquer ordem especifica:


Watchmen (EUA)

Uma visão única e extremamente adulta sobre a vida de um grupo de super-heróis renegados em um mundo paralelo à beira de um holocausto nuclear. Sem duvida, não é um filme para qualquer um, principalmente para o publico acostumado as historinhas que tem povoado nosso cinema recentemente. É anarquista, ultra-violento e corajoso, e merece ser visto e revisto simplesmente por ser um produto extremamente autoral feito numa indústria que não permite esse tipo de coisa com freqüência. Tem um texto maravilhoso com diálogos brilhantes e trama muito bem estruturada. E quem não aplaudir a atitude do vilão do filme, realmente não merece gostar dessa obra que um dia terá o reconhecimento, mesmo que tardio, assim como a própria revista em quadrinhos teve.

RESENHA: Forrest Gump dos quadrinhos


Distrito 9 (África do Sul)

Acho que falei tanto desse filme este ano que as pessoas devem pensar que eu devo estar ganhando um por fora para ajudar em sua divulgação. Na verdade nem é preciso. O filme foi tão bem vendido em uma campanha de marketing que merecia aplausos em pé, delimitando certos lugares como banheiros, cadeiras de cinemas, bancos de praça e estacionamentos, “somente para humanos” e deixando bem claro qual era a temática racista de um filme sobre alienígenas onde os vilões e verdadeiros destruidores do planeta somos nós. Foi a maior surpresa do ano, uma aula de como fazer entretenimento cabeça, e ainda criou uma legião de fãs que espera ávida por sua inevitável continuação.

RESENHA: O Estranho Mundo de Jackson


Se beber, não case (EUA)

Outro dos filmes mais falados e vistos do ano, essa despretensiosa e até inocente comédia de erros conquistou as platéias de todos os cantos do globo sem nenhum rosto famoso no elenco (Mike Tyson não conta e Heather Graham perdeu seu charme há muito tempo). A grande sacada da produção, alem da afinidade do elenco de atores, reside na trama focada exatamente na dor de cabeça do dia seguinte após a despedida de solteiro de um dos amigos, o qual desaparece um dia antes do casamento. Colocando-os em situações pra lá de estranhas enquanto procuram pelo sujeito, o roteiro consegue divertir e principalmente provar que não é preciso se apelar para escatologias e nudez para fazer o publico rir. E a continuação também já está à caminho, obvio. Que continue assim.

RESENHA: Três fanfarrões e um bebê


Trama Internacional (Alemanha/EUA)

Poucos tiveram a oportunidade de ver esse filme que voou pelas salas de cinema e chegou rapidinho às locadoras. Talvez seja melhor mesmo, pois no conforto de sua casa você tem a chance de ver e rever uma das melhores cenas de ação realizada na historia do cinema moderno. Não é exagero não. Este filme dirigido pelo mesmo sujeito de Corra Lola, corra e estrelado por Clive Owen e Naomi Watts foi, sem dúvida, a melhor produção policial do ano contando com uma trama ágil, esperta e até plausível sobre um grande banco internacional que financia atos terroristas e guerras para ganhar dinheiro com as conseqüências dos mesmos. Poucas vezes o cinema produziu um inimigo tão subjetivo e tão inatingível com tamanha destreza.

RESENHA: A herança Bourne


Deixe ela entrar (Suécia)

O filme sueco que surpreendeu fãs de terror no mundo inteiro nem mesmo é um filme de terror como conhecemos. Nessa onda de filmes vampiro-adolescentes o melhor deles é esta pequena produção sueca que ganhará uma refilmagem americana no ano que vem. A história de Oskar e Eli é um romance mirim em ritmo europeu, sem lições de moral ou mensagens diretas. Ainda assim é um dos filmes mais reflexivos e tocantes do ano, mesmo que conte com um clímax sangrento, como é de se esperar de um filme do gênero. Uma belíssima e original fuga para aqueles cinéfilos que buscam inovações dentro do tema cada vez mais “americanizado”, mas que só vai agradar aqueles que têm uma mente aberta para tal. Caso contrário, eu recomendo os “Harry Potter vampirescos” que estão pipocando por ai.

RESENHA: Eu sou vampirinho, vamp-vampirinho!


Quem quer ser um Milionário? (Inglaterra/Índia)

Não vou entrar em debates, mas soube que algumas pessoas se recusaram a ver esse filme por puro preconceito sobre isso ou aquilo que ouviram sobre ele. À essas pessoas eu só tenho uma simples coisa a dizer: problema de vocês se quiserem perder um dos ou talvez o melhor filme do ano. Slumdog é um conto de fadas moderno, rápido e quase surreal. Em um ano que as melhores produções não contavam com elencos milionários e tinham um custo abaixo de $40 milhões de dólares, este aqui foi não somente aquele que conquistou os membros da academia americana, mas também quase todas as premiações ao redor do globo. E se isso não fosse suficiente, arrebatou platéias, renovou a linguagem cinematográfica não linear, e dialogou de maneira sem igual com uma geração acostumada com histórias românticas sem graça e apelativas. Simplesmente arrebatador e extremamente original.

RESENHA: Era uma vez... na Índia.


Jean Charles (Brasil/Inglaterra)

Se me perguntassem que filme este ano tinha alguma chance de concorrer ao Oscar, eu diria o nome deste aqui sem pestanejar. Alem de tratar de um problema global, é uma envolvente viagem sobre a vida do imigrante e um comovente relato de como cada dia mais nos isolamos uns dos outros. Achei que iria ver mais um filminho emocionante sobre a vida de um sujeito sem imperfeições que morreu injustamente, e acabei preso na teia que o roteiro cria para te fazer esquecer o futuro trágico do personagem. Este filme não é só uma excelente produção nacional, mas também uma aula de como se filmar uma biografia sem exageiros. Tem excelentes atuações, um ator excepcional, e a mensagem de que as pessoas até deixam nossas vidas, mas suas vidas nunca deixam as pessoas.


(500) Dias com Ela (EUA)

Lembra aquela música do Tim Maia que dizia “paixão antiga sempre mexe com a gente”? Pois tão verdadeira quanto essa frase é a trama desta produção independente que aportou aqui primeiramente no Festival do Rio sendo classificado como a melhor produção indie e bonitinha do ano – um tipo de Amelie Poulain e Brilho Eterno – mas que provou ser completamente único em seu gênero. Na verdade, minha apreciação por esse filme é tão grande que recomendo para qualquer individuo que já teve ou tem um relacionamento em qualquer estágio. O filme é garantia de diversão, risos, boas interpretações e reflexões. E se você não se identificar em nenhum nível com o filme pode ter certeza que você não merece realmente apreciá-lo em toda a sua complexidade.

RESENHA: Finalmente um românce de verdade


Avatar (EUA)

Este é o tipo de filme que está em outro nível de classificação. Muita gente vai torcer o nariz, mas independente do visual e da tecnologia que o filme engloba, a trama do novo filme de James Cameron é envolvente, redonda e convincente. Pode não inovar em matéria de originalidade, mas é muito bem estruturada e clara. Os efeitos colaterais da magnitude de um filme como ele já podem ser vistos: filmes com atores em 3D (graças a uma câmera inventada pela Sony à pedido do diretor), um avanço na técnica de captura de movimentos e a certeza que a magia do cinema só se restringe à imaginação de seus criadores. Assim como os grandes DeMille, Kubrick e Griffits, Cameron é um visionário que será estudado por gerações futuras. Você tem a chance de dizer à eles que fez parte desse salto tecnológico conferindo o maravilhoso trabalho do diretor nos cinemas, afinal de contas, não tem melhor lugar para apreciar uma produção dessa escala.

RESENHA: A nova era do cinema


Destaque também para:

Arraste-me para o Inferno

Bastardos Inglórios

Che – O Argentino

Dúvida

Inimigos Públicos

Milk

Sexta-Feira 13

Star Trek

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Os piores filmes de 2009

Em nenhuma ordem em particular, afinal de contas, bosta é bosta independente do cheiro ou de quem saiu!


Ano Um

Lançado direto em DVD, este é de longe o pior de todos. Se bosta é bosta, esse aqui é caca de dinossauro! O filme me convenceu que o humor de Jack Black realmente não bate com o meu. Alias, eu preciso de um convencimento de que ele realmente é um bom ator pois pra mim, ele só faz o mesmo papel desde que apareceu no cinema em Alta Fidelidade. Como ele é a única coisa ridícula e chata desse filme, (sempre vale ressaltar que Black também fracassou esse ano em Rebobine, por favor) preciso creditar parte dessa culpa também ao diretor do filme Harold Ramis (Máfia no Divã), que definitivamente perdeu a mão para comédia.

RESENHA: Tá rindo do que?


O Dia em que a Terra Parou

Taí um excelente exemplo de como não fazer uma ficção cientifica. Alias, porque diabos o diretor de O Exorcismo de Emily Rose resolveu fazer ficção? Quando escrevi a resenha do filme eu disse que era possível ver o exato momento em que o filme começa a desandar. Pois é isso mesmo. Apesar de ter um começo intrigante e até fugir dos clichês de filmes sobre alienígenas, na hora em que o personagem de Keanu Reeves (outro que ultimamente só faz bomba) entorta um sujeito em uma mesa e foge com a roupa dele, o filme vai pro buraco em dobra espacial. Só não é uma tristeza total porque tem Jennifer Connolly no elenco.

RESENHA: Não recomendado nem para alienígenas


Terror na Antártida

O que dizer de um filme em que as melhores cenas acontecem até os 10 minutos iniciais? O que dizer de um filme em que o clímax (uma tempestade de gelo conhecida como whiteout) não pode nem ser vista, graças aos péssimos efeitos especiais e pouca luz? O que dizer de um filme que o vilão é apresentado na metade da projeção e a surpresa final, juntamente com a sua conclusão são simplesmente risíveis, para não dizer inacreditáveis? O que dizer? Pois é, melhor não dizer nada.

RESENHA: Hipotermia cerebral


Presságio

Realmente esse não foi o ano da ficção cientifica. Alias se existe um diretor que conseguiu destruir todo material do gênero em que colocou as mãos, foi Alex Proyas. Nicolas Cage deixou de ser um ator confiável há alguns anos e a trama sobre uma criancinha que previu através de números o apocalipse não é lá a mais original, embora intrigante. O grande problema é quando a trama começa a se “desenvolver” e até um alienígena aparece como deux ex machina para salvar essa coisa. Para variar, nem ele nem os efeitos conseguem.

RESENHA: A amargura continua, graças ao Cage.


Garota Infernal

Diablo Cody deve se considerar a pessoa mais original do mundo depois de enganar meio mundo e ganhar um Oscar de roteiro original com Juno, mas essa tentativa de realizar um terror adolescente e feminista definitivamente mostrou ao mundo o que eu já imaginava. A ex-stripper realmente tem um talento para diálogos, e estaria cometendo um erro se dissesse que ela não me surpreendeu em certos momentos. A questão aqui é que o filme não conta com um simples clímax e por isso se torna bocejante. Não existe um momento na trama que faça você grudar na cadeira. É um bla, bla, bla interminável e que não leva a nada. Alem disso, Megan Fox não convence nem um pouco como vilã.

RESENHA: Diablo, demônios e garotas


Transformers: A vingança dos derrotados

Realizado às pressas, a continuação de Michael Bay está enchendo de dinheiro seus realizadores e estúdios, mas definitivamente não trousse nada para o cinema contemporâneo. Não inovou, não foi original, e nem repetiu a mediocridade do primeiro. Pelo contrário, Bay conseguiu se repetir – afundou barcos e jogou meteoros na terra de novo, copiou descaradamente a exterminadora dos filmes do governador, e ainda cometeu gafes e erros de uma criança do primário (confira na resenha). A bilheteria foi excelente e o terceiro filme vem ai. Eu já fiz todos os apelos possíveis para o Sr. Bay, então dessa vez vou fazer ao produtor executivo do filme, o Sr. Spielberg: que tal uma trama dessa vez?

RESENHA: A vingança de Bay


Salve Geral

A produção escolhida pelo Brasil para representar o país no Oscar tinha o apelo e timing certo para se tornar o melhor filme nacional do ano. A trama é contida e instigante, mas um excesso de clichês não ajuda a amarrar esse emaranhado de história. Apesar de Andrea Beltrão no elenco e o excelente Sergio Resende na direção, o roteiro e o enorme grupo de atores parecem ter saído de uma das piores novelas já feitas para a televisão mexicana – com direito a olhares longínquos e vilões sempre raivosos. Some isso a uma cena de perseguição automobilística risível e uma conclusão desinteressante, e pronto. Fica mais fácil entender porque mais uma vez não vamos brigar pela cobiçada, embora desnecessária, estatueta.

RESENHA: Salve-se quem puder!


A Terra Perdida

O humor de Will Farrell também não bate com o meu, e não é de hoje. Mas dizer que já fui assistir ao filme torcendo pelo seu fracasso é mentira. A história do cientista que encontra um mundo paralelo onde dinossauros e humanos vivem na idade das pedras realmente não agradou ninguém. Apontado como uma das grandes estréias do ano e agendado para estrear por aqui em junho (!), a distribuidora teve que se contentar em arrumar uma prateleira bem esquecida lá no fundo da locadora para essa palhaçada. Mas será que não existe nada de bom nesse filme? Bom, tirando o fato de os figurinos parecerem de borracha, os cenários de isopor, e não haver nenhum roteiro guiando a trama, o resto é muito interessante. Mas infelizmente, muito pouco também.


G.I. Joe – A origem de Cobra

Se os filmes de Stephen Sommers fossem B por escolha, ele seria um gênio. Acredito que os produtores de Hollywood devam acreditar fielmente que ele o é. Somente isso explicaria os milhões jogados em cima do diretor para realizar fantasias vazias e esquecíveis como essa. Eu imagino que vocês devam se perguntar “mas o que você esperava de um filme para crianças”? “Um mínimo de inteligência”, responderia um executivo da Pixar. As cenas de ação são ok, mas o resultado final é completamente devastador.

RESENHA: G.I. Joe - Guerra Mediana


Destaque negativo também para:

007 Quantum of Solace

17 de novo

Anticristo

Austrália

A batalha dos 3 reinos

Gamer


Se esqueci de mais algum me avisem!

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Top mais belas do cinema em 2009

Esse ano, quase deixei de fora a lista, mas como ano passado essa resenha fez sucesso e causou polemica, resolvi lançar os dados mais uma vez. Pra entrar na lista tem que ter talento e beleza. Vamos ver se vocês vão concordar dessa vez:


1- Luana Piovani (A Mulher Invisível)

Não posso me considerar um fã da moça, mas é difícil pensar neste filme sem uma atriz como ela. E não é que ela segura muito bem a parada!


2-Jennifer Connolly (O dia em que a Terra Parou)

Minha eleita ano passado não consegue salvar o filme, mas continua linda.


3-Maria Manuela (A Mulher Invisível)

Para uma desconhecida, concorrer com Piovani era um desafio. Mas a moça mostrou para que veio.


4-Zooey Deschanel ((500)dias com ela, Gigante e Sim, senhor)

Ninguém pode duvidar que este foi o ano da moça da franjinha. E alem de linda, ela tem muito talento.


5-Megan Fox (Garota Infernal e Transformers 2)

A jovem é a paixão de muito adolescente, mas não deu certo em escolher os filmes que fez esse ano. Ainda bem que é bonita pelo menos.


6-Kelli Garner (A Garota Ideal e Aconteceu em Woodstock)

Existe algo de sedutor no olhar meigo da atriz. Anote esse nome pois ela promete.


7-Zoe Saldanha (Star Trek e Avatar)

Em um filme ela ousou mostrar que estava em pura forma, no outro, mesmo irreconhecível continuou linda.


8-Kate Beckinsale (Terror na Antártida)

Por mais que fuja dos filmes de ação, a atriz pode ser considerada hoje uma musa do gênero.


9-Kate Winslet (O Leitor e Foi Apenas um Sonho)

A vencedora do Oscar desse ano provou que uma mulher sedutora não precisa exatamente estar dentro do peso.


10-Radha Mitchell (Substitutos)

A atriz é linda, mas conseguiu a façanha de viver um ser quase inanimado com uma beleza única.


Será que esqueci alguém?

Os melhores da TV em 2009

Dando uma pausa no cinema e aproveitando que chegamos na época do ano em que todos os blogs publicam suas listinhas, vou aproveitar o espaço para não inovar. Como construí meu blog calcado nas listinhas, essa semana vou mostrar o que melhor e pior foi produzido neste inovador ano na TV e no cinema. Amanhã, porém, voltamos a falar de cinema.

1. Som e Fúria (Globo)

Quando soube que Fernando Meirelles preparava um seriado para a Globo, tive certeza que estava nascendo um produto de qualidade. Afinal de contas por que um diretor internacionalmente famoso iria adaptar um sucesso televisivo da Dinamarca se não houvesse uma carta em sua manga? O seriado prova que a televisão é capaz de inovar em sua linguagem, e que um elenco afiado e um roteiro inteligente compõem 90% de um bom programa.


2. Dead Set (Multishow)

Apesar de pouco divulgado e não apresentar uma historia inovadora, este seriado inglês que estourou na internet até chegar a televisão, tem pelo menos uma premissa interessante: o que aconteceria se durante a eliminação do Big Brother, o mundo fosse tomado por zumbis e somente aquelas pessoas dentro da casa estivessem vivas, mas não saibam de nada? Não chega a ser um clássico da televisão, mas com certeza, vale uma olhadinha de fãs do gênero.


3. Chama o sindico (Globo)

Interessante iniciativa dos produtores do Fantástico em mostrar o dia a dia de um condomínio residencial de São Paulo. O programa tinha dinâmica, tratava de assuntos ultra-relevantes e foi brilhantemente comandado pelo sujeito certo, Max Gehringer.


4.Cilada (Multishow e Globo)

Quando todos achavam que Bruno Mazzeo já havia passado por todas as ciladas possíveis e não conseguiria inovar para a quinta temporada, eis que ele muda a cara da série, insere novos personagens e ainda arranca um espaço num dos horários mais assistidos da televisão aberta brasileira. Esse sim seguiu bem os passos do pai.


5. Lost (AXN)

A série mais desafiadora e inteligente da última década chega a um momento decisivo: preparar o terreno para a temporada final em 2010. A série que vinha de temporadas irregulares e uma enrolação sem limites, finalmente engrenou e provou que ainda tem fôlego para chocar e surpreender sua audiência. A prova disso foi o maravilhoso episodio final.

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Imagem da Semana - 25/12

O primeiro pôster da nova recriação da clássica historia de Robin de Locksley é simples e direto. Tem o astro e a flecha, símbolos óbvios do personagem, e os nomes das pessoas que me fazem ir ao cinema prestigiá-lo.


Ridley Scott não faria um filme para crianças, então espere uma versão extremamente realista e violenta da fantasia que todos estamos acostumados a ver. Espero sinceramente que o filme esteja próximo do livro de Tony Molyneux-Smith sobre o personagem.


Já é para mim um dos filmes mais aguardados do ano.