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| Rhys Ifans como o Conde de Oxford |
Apesar de levantar uma teoria um tanto quanto controversa (e absurda) de que Shakespeare, o maior escritor da língua inglesa, era um falsário, assassino, chantagista e... analfabeto, que roubou todos os livros de um nobre, a trama consegue prender independente dos furos no roteiro e da rocambolesca influencia da família real Britânica. Mérito da excelente composição da época, da dinâmica impressa pelo diretor, e principalmente pelo trabalho de Rhys Ifans (conhecido como o amigo doidão de Hugh Grant em Notting Hill e futuro vilão do novo Homem-Aranha), colocando o próprio Shakespeare de Rafe Spall (exagerado, mas fisicamente idêntico) no merecido lugar de coadjuvante.
Vale uma curiosa olhada.

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